RESPOSTA DO EPISCOPADO POLONÊS AO CORONAVÍRUS: MAIS MISSAS NO DOMINGO


Por Carlos Esteban | 10 de março de 2020

Mons. Stanisław Gądecki
Os bispos poloneses não são indiferentes à ameaça representada pela epidemia vinda da China, mas sua solução é claramente diferente da de outras conferências episcopais: aumentar as missas de domingo, para que os fiéis possam ser distribuídos e menos perigosamente superlotados.

O presidente da Conferência Episcopal Polonesa, Stanisław Gądecki, arcebispo de Poznan, enviou uma carta aos fiéis poloneses em resposta à crise de saúde causada pelo coronavírus COVID-19 com instruções que, embora cheias de bom senso e pragmatismo, contrastam fortemente com as medidas de muitos de seus colegas em outras partes da Europa, especialmente os italianos, que suspenderam missas até sexta-feira antes do Domingo de Ramos: aumente o número de missas dominicais, para evitar concentração excessiva de fiéis Cada celebração

A carta de Gądecki observa que, “em conexão com as recomendações do Inspetor Chefe de Saúde, no sentido de que não há aglomerações de pessoas, peço que o número de missas dominicais seja aumentado, tanto quanto possível, para que limite o número de fiéis presentes a cada celebração, seguindo as orientações dos serviços de saúde”.

Ao mesmo tempo, Gądecki queria lembrar que se os hospitais curam doenças do corpo, as igrejas servem, entre outras coisas, para curar doenças do espírito. "Portanto, é impensável que não oremos em nossas igrejas", enfatiza o arcebispo.

Às pessoas idosas e vulneráveis, acrescenta a carta, podem ficar em casa e acompanhar a Santa Missa na televisão, e Gądecki ressalta que "não há obrigação de apertar as mãos como sinal de paz durante a Santa Missa".

O arcebispo termina sua carta pedindo aos fiéis que orem pelos que morreram por causa da doença e pelo fim da epidemia.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Católicos nigerianos estão sangrando até a morte sem soluções concretas

CARDEAL BURKE FLUTUA "EXCOMUNHÃO" PARA BIDEN SOBRE SUA PROMOÇÃO DO ABORTO "AGRESSIVA"

‘NÃO ESTAMOS SÓ’: UMA RECAPITULAÇÃO DE 2020 PELO ARCEBISPO VIGANÒ